Da Cor do Pecado                                              Updated Abr. 3, 2005

 

 

Brazil (Rede Globo) Jan. 26, 2004 – Aug. 27, 2004

 

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A HISTORIA DA COR DO PECADO:

Paula Lordello, Rede Globo

     Por onde andam os sentimentos num mundo que parece só dar valor ao dinheiro? Essa é a pergunta que faz Da Cor do Pecado, próxima novela das 19h da TV Globo, escrita por João Emanuel Carneiro com direção de núcleo de Denise Saraceni. A história das vidas de Paco (Reynaldo Gianecchini), Preta (Taís Araújo) e Bárbara (Giovanna Antonelli) é contada na forma de uma comédia romântica que aborda a importância dos valores humanistas numa sociedade materialista. Da Cor do Pecado, uma crônica urbana, atual e bem humorada, estréia no dia 26 de janeiro.

     O autor, João Emanuel Carneiro, faz a sua estréia na autoria de novelas com a supervisão de texto de Sílvio de Abreu. "Só conhecia o trabalho do João Emanuel Carneiro, mas não o conhecia pessoalmente. Quando li a sinopse de Da Cor do Pecado, percebi que seria uma ótima novela. Começamos a trabalhar juntos e logo vimos que tínhamos muitas afinidades culturais. É sempre bom ter novos autores, pois eles trazem uma nova maneira de narrar uma história. E o João Emanuel será um dos grandes autores desta nova geração", elogia Silvio de Abreu. Denise Saraceni assina a direção com Luis Henrique Rios, Maria de Médicis e Paulo Silvestrini.

     Da Cor do Pecado é uma história de amor na qual todos os componentes de um folhetim tradicional estão presentes. A partir da trama central, as histórias de vários personagens vão se cruzar levantando várias questões. "É possível viver um conto de fadas nos dias de hoje?" e "o que o brasileiro está fazendo para sobreviver?" são algumas delas.

     O triângulo amoroso formado pelos protagonistas, Paco (Reynaldo Gianecchini), Preta (Taís Araújo) e a vilã Bárbara (Giovanna Antonelli), vai revelar o confronto dos conceitos de ética e ambição. Através do falso afeto de Bárbara por Paco e do verdadeiro amor de Preta (Taís Araújo) pelo protagonista, Da Cor do Pecado mostrará que a falta de segurança no amor genuíno é freqüentemente testada e ameaçada por quem de fato não ama. "O pecado do título da novela é caracterizado, basicamente, pela personagem Bárbara", explica Denise Saraceni. Além de interferir no romance central da trama, o egoísmo e a falta de ética também estarão presentes em outros núcleos.

     Da Cor do Pecado, ao contar a história de Paco e Apolo (Reynaldo Gianecchini), gêmeos que desconhecem a existência um do outro, também questionará se é possível que um indivíduo consiga apagar seu passado e, através de uma outra identidade, recomeçar uma nova vida, longe de todos os ícones e pessoas que fizeram parte de sua formação.

     Mesmo propondo a discussão de temas importantes, a trama é recheada de humor, sobretudo no cotidiano da família Sardinha, comandada pela viúva Edilásia Sardinha (Rosi Campos), que cria sozinha, no Rio de Janeiro, seus cinco filhos, Apolo (Reynaldo Gianecchini), Ulisses (Leonardo Brício), Thor (Cauã Reymond), Dionísio (Pedro Neschiling) e Abelardo (Caio Blat). A família Sardinha é respeitada por seu estilo particular de luta, criado e desenvolvido pelos antepassados do patriarca Napoleão Sardinha, um reverenciado campeão. Todo empenho de Edilásia na criação dos filhos é para torná-los grandes lutadores, seguindo o legado de seu falecido pai. Nem que para isso sejam necessárias horas de exercícios diários, alimentação natural intragável e o uso de uma sopa mágica, que proporciona uma super força a quem a toma e cuja receita é guardada a sete chaves pela matriarca. Um integrante inusitado também faz parte da família: o cachorro Vitamina, que resmunga o tempo todo e critica as atitudes inconseqüentes dos Sardinha.

     No Maranhão, o núcleo cômico está por conta de Helinho (Matheus Nachtergaele), o grande amigo de Preta. Ele é um falso vidente que ganha a vida atendendo os incautos que desejam se comunicar com parentes falecidos, arrumar namorados ou ganhar na loteria. Helinho conta com a ajuda de seu atrapalhado ajudante, Cezinha (Arlindo Lopes), que faz uma "pesquisa prévia" sobre os clientes antes das consultas, simulando que o "vidente" recebe tais informações do além. O personagem renderá boas gargalhadas, principalmente ao "receber os espíritos" e também com suas reações, que revelarão o medo que ele tem desses fantasmas.

     O bom humor de Da Cor do Pecado ganha o reforço do casal Verinha (Maitê Proença) e Eduardo (Ney Latorraca), pais de Bárbara (Giovanna Antonelli). Os dois são grã-finos decadentes que se vêem obrigados a dividir o mesmo teto no Rio de Janeiro, mesmo separados, já que não têm para onde ir. O casal se envolverá em disputas homéricas por pequenas coisas materiais, como um ovo frito, um lenço de seda ou uma baixela. A pobreza, não só econômica, mas principalmente de espírito, será colocada com muito humor e diversão na trama.

     Durante todo o mês de novembro, a novela Da Cor do Pecado gravou as cenas dos primeiros capítulos no Maranhão, onde se passa a trama do núcleo de Preta (Taís Araújo), a protagonista da história. A novela tem cenas realizadas nas ruínas da cidade histórica de Alcântara, nos Lençóis Maranhenses e em São Luís. Na capital, os atores Giovanna Antonelli, Reynaldo Gianecchini, Taís Araújo, Matheus Nachtergaele, Solange Couto, Jonathan Haagensen gravaram em diversas locações, como no centro histórico da cidade e na praia da Ponta d´Areia. A equipe de produção da novela deve retornar em fevereiro para gravar cenas da segunda fase da novela.

 

     PACO E PRETA - UMA HISTÓRIA DE AMOR

     Paco (Reynaldo Gianecchini) é um botânico dedicado à profissão, que leva, por opção, uma vida pacata de classe média no Rio de Janeiro. Ele é o único herdeiro de uma grande fortuna, mas não concorda com a forma pela qual seu pai, Afonso Lambertini (Lima Duarte), construiu seu império. Por isso, não aceita nada dele. Nem carinho. Afonso sempre pôs sua ambição na frente de tudo - foi responsável pela destruição de boa parte das matas do sudeste brasileiro para construir seus empreendimentos e passou por cima de muita gente que levou à falência para se apossar de suas empresas. Paco vive em conflito com o pai, que tenta se reaproximar do filho, seu único parente.

     Como Paco faz questão de ser totalmente independente, Afonso nunca sabe onde o filho está trabalhando. O único meio de o empresário monitorar Paco é Bárbara (Giovanna Antonelli), noiva ambiciosa de seu filho e funcionária de suas organizações. Bárbara é uma jovem gananciosa, que sempre teve um único objetivo na vida: ser rica. Desde a adolescência, quando começou a namorar Paco, planejava casar-se com o milionário para compartilhar de sua fortuna. Mesmo namorando Bárbara há muitos anos, Paco nunca foi apaixonado por ela - nem por ela nem por ninguém. Talvez por isso nunca tenha desconfiado do caráter da noiva, que sempre lhe pareceu fiel e amável companheira. Sempre que pode, Bárbara tenta levar presentes e recados de Afonso para Paco, forçando a aproximação que lhe interessa.

     Preta (Taís Araújo) é uma jovem que nunca conheceu o pai, mas foi criada pela mãe, Dona Lita (Solange Couto), com muito amor, em São Luís, no Maranhão. Para sobreviver, ela e a mãe trabalham vendendo ervas no centro histórico da cidade. Apesar da vida modesta, Preta é uma mulher feliz que sabe curtir as coisas boas da vida, como dançar o típico tambor de crioula, se divertir pela cidade com seu amigo Helinho (Matheus Nachtergaele) e comer uma frigideira de siri com arroz de cuxá, prato feito por sua mãe Lita (Solange Couto). A única peça que falta na vida de Preta é uma verdadeira paixão. Preta namora o músico Dodô (Jonathan Haagensen), por quem nutre um carinho, mas não uma paixão. O namoro é aprovado pela mãe, que adora o músico de reggae maranhense.

     Os destinos de Paco e Preta se cruzam no Maranhão, quando o botânico carioca viaja a São Luís para fazer uma pesquisa sobre ervas medicinais. Ao chegar à cidade, Paco, que procura uma feira no centro histórico da cidade, vê uma linda mulher na roda do tambor de crioula que chama sua atenção. Quando chega à barraquinha que vende ervas das mais variadas funções, Paco descobre que a dona desta barraca é Preta, aquela mulher de fascinante beleza e alegria que viu dançar há poucos minutos.

     Encantado com a sabedoria popular da jovem no conhecimento das ervas, Paco pede a Preta que lhe ensine um pouco mais sobre essas ervas. Preta desconfia de seu interesse, mas se rende ao perceber que as intenções do rapaz são sérias. A partir deste primeiro contato, Paco e Preta se conhecem melhor e juram amor eterno.

     Apaixonado por Preta, Paco retorna ao Rio de Janeiro disposto a acabar seu relacionamento com Bárbara (Giovanna Antonelli) e recomeçar uma vida ao lado de seu verdadeiro amor no Maranhão. Mas Paco é surpreendido pela notícia de que Bárbara está grávida. Sem conseguir contar a verdade, e confuso com a inesperada confissão da noiva, Paco foge do Rio e vai para o Maranhão disposto a se casar com Preta.

     Surpresa com o retorno do noivo ao Maranhão, Bárbara decide investigar o noivo no nordeste. Lá, descobre o romance dele com Preta. Prevendo que seu golpe do baú pode fracassar, a vilã pede ajuda a seu amante, Kaíke (Tuca Andrada), para separar o casal. Além de aparecer de surpresa na casa de Lita (Solange Couto), revelando a Preta que Paco é seu noivo e que a largou sozinha com um filho no Rio de Janeiro, Bárbara estraga a festa de noivado do casal, sem, entretanto, conseguir separá-lo imediatamente. Inescrupulosa, ela fará o possível e o impossível para atingir seu único objetivo: herdar a fortuna dos Lambertini.

     PACO E APOLO - UM SÓ DESTINO

     Paco e Apolo, ambos interpretados por Reynaldo Gianecchini, são muito diferentes. Enquanto Paco é introvertido e cheio de problemas existenciais, Apolo é cuca fresca e desinibido. Paco cresceu sozinho numa mansão luxuosa, já Apolo teve quatro irmãos com os quais aprendeu a dividir o pouco que a família tinha. Os dois nunca se encontraram e nem se encontrarão. Mas o destino dos dois irá se cruzar no meio de duas tragédias.

 

     El Nuevo Herald, 6/10/04 - Posted on Thu, Jun. 10, 2004  ACTRIZ  Taís Araújo  Las reinas bailan samba  Inteligente, sensual, soñadora. ¿Conoce usted otra joven estrella que pueda brillar más alto?  La actriz brasileña Taís Araújo es una superestrella que vive con su mamá.  ''No soy una superestrella'', responde ella en entrevista desde su residencia en Rio de Janeiro. ``Pero vivo con mi mamá''.  Para Araújo, ser la protagonista de la más exitosa telenovela en su país, trabajar en películas, terminar sus estudios universitarios, prestar su tiempo e imagen a obras caritativas y, como si fuera poco, intentar disfrutar una vida normal con su familia y su novio, es nada menos que un desafío diario.  ''Soy una workaholic, totalmente'', asegura. ``No me gusta mucho trasnochar. Para nada. Sólo tengo tiempo para el cine y el teatro''.  Su más reciente película, Garrincha--Estrella solitaria (2003), forma parte del menú cinematográfico del VIII Festival de Cine Brasileño de Miami, que se celebrará hasta el 13 de junio.  En esta coproducción brasileña-chilena, Araújo encarna a la reconocida intérprete de samba Elza Soares, quien se casó con Mané Garrincha, uno de los futbolistas más famosos en la década de 1960. De acuerdo con Araújo, Soares es una persona completamente distinta a ella y la compara a un huracán.  ''Viví la vida de una mujer increíble, muy fuerte y llena de vida'', dice Araújo sobre su papel protagónico. ``Todavía está trabajando y luchando''.  Lo mismo se podría decir de la infatigable Araújo. Después que irrumpió con la fuerza de un volcán en la erótica telenovela Xica da Silva (1996), a los 18 años, grabó cuatro más: Anjo Mau (1997); Meu Bem-Querer (1998); Uga Uga (2000); y O Quinto dos Inferno (2002).  En la más reciente, El color del pecado (2004), interpreta a una muchacha negra que se enamora de un hombre blanco. Es la telenovela más exitosa en Brasil, dice Araújo.  Desde el triunfo internacional de Xica, la vida de Araújo ha cambiado dramáticamente. No obstante, quiere tener otra profesión en su bolsillo y está terminando sus estudios universitarios de periodismo. También sigue puliendo su castellano.  ''Ahora hablo más español que inglés'', dice. ``Para mí es más facil y más cercano a mi lengua''.  Lo que tiene poca importancia en su vida es el glamour que rodea a los artistas, apunta.  ''Trato de dejar todo eso del estrellato lejos de mi vida'', asegura. ``Creo que es la más grande mentira que hay''.  Enfatiza que en Brasil la carrera de actriz es toda una ''locura'', en la que en un momento puedes estar arriba y en otro fuera de la pantalla.  ''La actuación es una carrera inestable'', asevera.  Pero uno de los beneficios de la fama y fortuna que brinda el estrellato, es poder participar en proyectos que benefician a los pobres. Uno de gran importancia para ella es un centro de estudios para niños necesitados en Villa Cruzero, un suburbio de Rio.  ''Me preocupa mucho la situación en mi país'', precisa Araujo. ``Me refiero al crimen. Lo que pasa aquí es muy complejo. Es la ciudad más bella del mundo, pero lo que veo en la televisión y muy cerca de mi casa se parece a una película''.  Sobre la industria fílmica brasileña, Araujó observa que se está haciendo un cine más fuerte.  ``Ahora estamos en un renacimiento''.  Menciona a Ciudad de Dios (2002) de Fernando Meirelles y Carandiru (2004) de Héctor Babenco como dos ejemplos importantes de ese resurgimiento cinematográfico. Su propia filmografía incluye Semilla de aguacate (1998), junto a Elliot Gould y Talia Shire, que explora el tema del racismo, y le ganó el Lente de Cristal del festival brasileño en Miami en 1999.  Sobre su vida personal sólo dice que tiene un novio que no es actor, que sigue viviendo con su madre y que trata de mantener una vida básicamente sencilla.  Taís Bianca Gama de Araújo nació en Río de Janeiro, el 25 de noviembre de 1978. Para ella, una de las cualidades más importantes de su carrera ha sido una mezcla de ''disciplina y responsabilidad''. A eso le agrega otros ingredientes como leer mucho, la intuición y la vocación que viene desde la cuna. Y si eso requiere ciertos sacrificios, no se queja. Todo lo contrario. Vive para su trabajo.  ''No tengo tiempo ni para hacer ejercicios'', recalca.  Pero eso es algo que tampoco la tiene muy preocupada.  ''Soy flaca de naturaleza'', dice. ``Puedo comer lo que quiero''.  CHARLES COTAYO

 

La Opinión, 11/21/04 -  De telenovelas    Servicios de La Opinión    21 de noviembre de 2004.... REGRESA XICA.   ¿Quién no se acuerda de Taís Araujo, la hermosa actriz brasileña que hizo el papel principal en Xica Da Silva, la primera vez que una actriz de la raza negra protagonizaba una telenovela en Brasil? Ahora Araujo vuelve a hacer historia en la pantalla chica con Del color del pecado, la primera telenovela de la empresa TV Globo donde una actriz negra obtiene el papel de protagonista. Araujo aparece con los actores Reynaldo Gianecchini (Terra esperanza) y Giovanna Antonelli (El clon) y Telemundo anunció el martes pasado que muy pronto se estrenará en Estados Unidos.  En la trama Araujo es una joven mujer, de buen carácter, buen humor y romántica. Criada por su propia madre, nunca conoció a su padre. A pesar de su triste pasado, no es rencorosa: ve siempre el lado bueno de la vida y se las arregla para sobrevivir. Desde niña, ayuda a la madre vendiendo hierbas medicinales, y cuando no está trabajando, baila “tambor de crioula” con las amigas o sale a divertirse con sus amigos. ...

 

El Universal, Vz. 4/2/05 - DULCE ESPERA. Aunque la prensa brasileña especuló que habían terminado su relación, se conoció en www.labotana.com que la actriz Giovanna Antonelli y el actor Murilo Benicio, protagonistas de El Clon, esperan su primer hijo.  Antonelli, quien participa en la telenovela El Color del pecado, que actualmente transmite Televen, tiene ocho meses de embarazo.

 

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